O ser humano é único. Estes bilhões de individualidades dão ao mundo uma característica interessante, às vezes pouco lisonjeira, geralmente conflituosa, reflexo da busca de imposição de idéias dos grupos afins que naturalmente tendem a se formar. Mesmo conhecedores desta característica, em algumas ocasiões nos surpreendemos com as atitudes mesquinhas de alguns, por seu caráter, temperamento, que acabam se refletindo na visão de mundo e consequentemente na forma de agir.
Imaginemos então os homens com outra característica comum, negada por tantos porque é dolorosa, mas infelizmente uma realidade que deve ser admitida: o oportunismo. Essa particularidade não se restringe ao mundo das bactérias. Ela está entranhada em todos os seres vivos, minimizada pela razão, acentuada pelo sistema capitalista, mas que está; está.
Mas não vou me alongar muito por um assunto que rende teses, pois estes parágrafos são apenas a introdução para um texto que li, uma entrevista de um famoso traficante a um jornalista de uma grande rede de televisão e publicada na revista “CEPAT Informa”. Nela podemos perceber o desprezo do culto presidiário pela sociedade, uma visão idêntica daquela passada pela televisão, às vezes sem querer na sua ânsia em maquiar a notícia, às vezes inevitável pela avalanche de acontecimentos que permitem o juízo parecido até entre os incautos.
Para não digitar tudo, recorri ao scanner e coloco a todos os leitores deste espaço um link. Sugiro que leiam porque é deveras interessante. Para acessar o texto clique aqui.
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