quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
John Lennon
God
John Lennon
God is a concept,
By which we measure
Our pain.
I'll say it again.
God is a concept,
By which we measure
Our pain.
I don't believe in magic
I don't believe in I-Ching
I don't believe in Bible
I don't believe in Tarot
I don't believe in Hitler
I don't believe in Jesus
I don't believe in Kennedy
I don't believe in Buddha
I don't believe in Mantra
I don't believe in Gita
I don't believe in Yoga
I don't believe in Kings
I don't believe in Elvis
I don't believe in Zimmerman
I don't believe in Beatles
I just believe in me
Yoko and me
And that's reality.
The dream is over,
What can I say?
The dream is over
Yesterday
I was the dreamweaver,
But now I'm reborn.
I was the walrus,
But now I'm John.
And so dear friends,
You just have to carry on
The dream is over.
Wikipedia:
He describes God as "a concept by which we measure our pain".
In the second section of the song, Lennon lists many idols that he does not believe in (including The Beatles), ending by stating that he just believes in himself and Yoko. The idols he lists are: magic, I Ching, the Bible, tarot, Hitler, Jesus, Kennedy, Buddha, mantra, Gita, yoga, kings, Elvis, Zimmerman (Bob Dylan) and The Beatles.
The final section of the song describes Lennon's change since the breakup of The Beatles. He states that he is no longer the "Dreamweaver" or "The Walrus," but just "John." The final line of the song, "The dream is over," represents Lennon's stance that the myth "the Beatles were God" had come to an end. "If there is a God," Lennon explained, "we're all it."[1]
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
FEIRA DE CIÊNCIAS
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
ROY ORBISON - IN DREAMS
In Dreams
Roy Orbison
A candy-colored clown they call the sandman
Tiptoes to my room every night
Just to sprinkle star dust and to whisper
“Go to sleep, everything is all right”
I close my eyes then I drift away
Into the magic night, I softly say
A silent prayer like dreamers do
Then I fall asleep to dream my dreams of you
In dreams I walk with you
In dreams I talk to you
In dreams you’re mine all the time
We’re together in dreams, in dreams
But just before the dawn
I awake and find you gone
I can’t help it, I can’t help it if I cry
I remember that you said goodbye
Too bad it only seems
It only happens in my dreams
Only in dreams
In beautiful dreams.
TRADUÇÃO
Um doce e colorido palhaço que eles chamam de Sandman
Entra na ponta dos pés em meu quarto todas as noites
Só para polvilhar poeira de estrelas e sussurrar
"Vá dormir, está tudo bem"
Eu fecho meus olhos então e viajo
Dentro da noite mágica, eu digo baixinho
Uma oração silenciosa, como sonhadores fazem
Então durmo para sonhar meus sonhos com você.
Nos sonhos eu ando com você
Nos sonhos que eu falo para você
Nos sonhos você é minha todo o tempo
Estamos juntos nos sonhos, nos sonhos
Mas, pouco antes do amanhecer
Eu acordo e acho que você passou
Não posso ajudar, não posso ajudar se choro
Eu me lembro que você disse adeus
Pena que só parece
Isso só acontece em meus sonhos
Só em sonhos
Em belos sonhos.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
CINEMA: ARTE IMORTAL
O cinema desde o seu surgimento despertou nas pessoas diversos tipos de sentimentos que já tive a oportunidade de abordar na pesquisa que fiz e publiquei partes em duas revistas.
Encontrei em um espaço na internet denominado Chambel.net, as histórias da história do cinema, retirei alguns dados importantes que considerei que os leitores deste espaço gostariam de ler. Trata-se de alguns dados interessantes, como os filmes mudos mais assistidos, os filmes mais longos, e o nome de vários atores e o ano de nascimento deles.
Observe que interessante:
Filmes mudos de maior sucesso em nível mundial:
1. Nascimento de uma Nação
The Birth of a Nation (EUA, 1915)
2. A Grande Parada
The Big Parade (EUA, 1925)
3. Ben-Hur
Ben Hur (EUA, 1926)
4. Os Dez Mandamentos
The Ten Commandments (EUA, 1923)
5. A Caravana Gloriosa
The Covered Wagon (EUA, 1923)
5. O Preço da Glória
What Price Glory (EUA, 1926)
7. Aos Corações do Mundo
Hearts of the World (EUA, 1918)
7. As Duas Tormentas
Way Down East (EUA, 1921)
O s filmes mais longos em minutos:
1. Die Zweite Heimat (1992) – 1.532m
2. Heimat (1984) – 940m
3. Satantango (1994) – 450m
4. Little Dorrit (1987) – 357m
5. Cleopatra (1963) – 243m
6. Hamlet (1996) – 238m
7. Era Uma Vez na America (1984) – 228m
8. A Maior História de Todos os Tempos (1965) – 225m
9. E O Vento Levou (1939) – 220m
10. Exodus (1960) – 220m
O filme de Erich von Stroheim Foolish Wifes foi distribuido na América Latina numa versão com 408 minutos, embora a versão exibida nos Estados Unidos tivesse apenas 85.O filme Aves de Rapina, também de Stroheim tinha originalmente mais de 8 horas, no entanto a versão atual tem apenas 110 minutos.
Alguns astros e estrelas do cinema:
1. Cary Grant (1904-1986)
2. Marilyn Monroe (1926-1962)
3. Tom Cruise (1962)
4. John Wayne (1907-1979)
5. Ingrid Bergman (1915-1982)
6. Paul Newman (1925)
7. Julia Roberts (1967)
8. Greta Garbo (1905-1990)
9. James Stewart (1908-1997)
10. Henry Fonda (1905-1982)
11. James Cagney (1899-1986)
12. Grace Kelly (1929-1982)
13. Humphrey Bogart (1899-1957)
14. Katharine Hepburn (1907-2003)
15. Marlon Brando (1924-2004)
16. Jack Nicholson (1937)
17. Robert Redford (1937)
18. Audrey Hepburn (1929-1993)
19. Spencer Tracy (1900-1967)
20. Sidney Poitier (1927)
21. Clark Gable (1901-1960)
22. Judy Garland (1922-1969)
23. Fred Astaire (1899-1987)
24. Doris Day (1924)
25. Bette Davis (1908-1989)
26. Errol Flynn (1909-1959)
27. Gregory Peck (1916-2003)
domingo, 11 de outubro de 2009
ESPAÇO ABERTO
Da arte de escutar
(Professor Roberton Reis)
Desse modo, escutar também é uma forma de aprendizado, pois quando prestamos atenção no que os outros dizem, além de termos a possibilidade de aprender algo, temos a oportunidade de tirar nossas próprias conclusões sobre o que é dito, evitando, dessa forma, a alienação, a concordância plena e sem questionamento. Escutando com atenção e tentando obter uma compreensão a cerca do que é dito, evitamos a mania tão comum de falar bobagem.
Já diz o velho ditado: “Falar é prata; calar é ouro”. Saber ouvir é uma arte. Conter o impulso, o desejo quase descontrolado de falar, muitas vezes sem ter certeza do que dizer é, realmente, um grande feito. Conclusão: escutar, às vezes, é mais importante que falar. Isso não tem nada a ver com o outro ditado “quem cala consente”. Estamos falando aqui sobre uma discussão, um debate, enfim, de uma situação que aborde um assunto que não dominamos, por exemplo.
Falar, expor suas ideias, quem sabe até manipular o outro, com palavras, é um dom. E, como tal, não é para todos. O dom do “falar bem”, a dádiva da “oratória”, clara, coerente, argumentativa, de forma que todos te ouçam, prestem atenção, te “escutem” é uma benção. Poucos foram os agraciados. Então, resta a nós, não afortunados, a arte de escutar, que também é um dom. Quantas pessoas, por não ficarem caladas na hora certa, acabaram se dando mal? Com certeza muitas. Isso fica claro nos recentes escândalos aqui do nosso governo estadual. Se não falassem tanto, tudo ficaria na surdina.
Pense nisso: se não há nada importante, concreto, inquestionável para ser dito, escute. Preste atenção e, depois, se for necessário, exponha suas opiniões. Não duvide da capacidade de quem fica ali quietinho, que quase não fala nada, pois, com certeza, ele está escutando, prestando muita atenção para depois ter o que dizer, ou não. Alguém duvida da capacidade do escritor Luis Fernando Veríssimo? Impossível. Ele quase não fala. Não gosta de falar em público. Mas escreve que é uma barbaridade.
Roberton Reis
sábado, 10 de outubro de 2009
DICAS DE PROVA
Peço aos alunos da Sétima Série que atentem para o texto 01 (tudo), a parte que se relaciona às três últimas questões do texto 02, e a parte que se relaciona das questões 02 a 07 do terceiro texto.
SOCIEDADE ALTERNATIVA
O ser humano é único. Estes bilhões de individualidades dão ao mundo uma característica interessante, às vezes pouco lisonjeira, geralmente conflituosa, reflexo da busca de imposição de idéias dos grupos afins que naturalmente tendem a se formar. Mesmo conhecedores desta característica, em algumas ocasiões nos surpreendemos com as atitudes mesquinhas de alguns, por seu caráter, temperamento, que acabam se refletindo na visão de mundo e consequentemente na forma de agir.
Imaginemos então os homens com outra característica comum, negada por tantos porque é dolorosa, mas infelizmente uma realidade que deve ser admitida: o oportunismo. Essa particularidade não se restringe ao mundo das bactérias. Ela está entranhada em todos os seres vivos, minimizada pela razão, acentuada pelo sistema capitalista, mas que está; está.
Mas não vou me alongar muito por um assunto que rende teses, pois estes parágrafos são apenas a introdução para um texto que li, uma entrevista de um famoso traficante a um jornalista de uma grande rede de televisão e publicada na revista “CEPAT Informa”. Nela podemos perceber o desprezo do culto presidiário pela sociedade, uma visão idêntica daquela passada pela televisão, às vezes sem querer na sua ânsia em maquiar a notícia, às vezes inevitável pela avalanche de acontecimentos que permitem o juízo parecido até entre os incautos.
Para não digitar tudo, recorri ao scanner e coloco a todos os leitores deste espaço um link. Sugiro que leiam porque é deveras interessante. Para acessar o texto clique aqui.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
CIDADE DO RIO GRANDE
PANORAMA HISTÓRICO CULTURAL
Os aspectos naturais da área do município do Rio Grande sofreram alterações significativas após a chegada dos europeus no século XVIII. Este espaço de terreno sedimentar arenoso, na sua área que compreende o perímetro urbano e o Cassino, foi paulatinamente se transformando. As ilhas, a macega, a mata nativa, foram desaparecendo com as dragagens e a construção de moradias na margem da lagoa.
As condições naturais proporcionaram o desenvolvimento de inúmeras indústrias que desde o final do século XIX começaram a surgir e a desaparecer de acordo com a situação política e econômica do país. Sem um planejamento adequado, as fábricas instalaram-se em diversos locais da cidade. A Avenida Portugal contava com inúmeras fábricas de pescados e alimentos. Na Rua Domingos de Almeida havia uma cordoaria. Na Rua Senador Corrêa e Reinghantz fábricas de tecidos. Na Rua Tiradentes fábrica de sabão. Na Marítima fábrica de sacos de aniagem. Na Avenida 15 de Novembro fábrica de refrigerantes. Na Rua Val Porto uma refinaria. E se enumerados, serão certamente centenas de estabelecimentos que davam uma característica toda especial à cidade do Rio Grande.
Em uma cidade portuária e industriária como Rio Grande, quando abordamos o tema meio ambiente, imediatamente procuramos nas fábricas as respostas para todas as mazelas. Mas tratando o assunto com o critério que merece, veremos que é um equívoco imaginar que os problemas históricos ambientais rio-grandinos se restringem à industrialização da cidade. Não resta a menor dúvida que o critério desenvolvimentista, sem preocupações adequadas à causa ambiental, permitiu e continua permitindo agressões ao meio ambiente da cidade do Rio Grande. No entanto, devemos ressaltar que aquele paraíso encontrado por índios e portugueses, de uma região com imensas dunas, lagoas enormes que se formavam entre elas durante o inverno e permaneciam até o final da primavera como criadouro de peixes e girinos, atraindo aves migratórias e com ela toda a cadeia natural desapareceram não só pela presença das indústrias, mas por diversas outras atividades humanas despreocupadas com a preservação do meio em que viviam.
Devemos considerar que a simples presença humana, numerosa, desordenada, é predatória, destrói os habitats, gera desequilíbrios que demandam muitos anos para a sua reversão, quando ela é possível.
A palavra desastre ambiental sempre remete a acontecimentos como o de Chernobyl na extinta URSS, ou exemplo próximo, o do navio Bahamas que derramou várias toneladas de Ácido Sulfúrico na Lagoa dos Patos. Entretanto, desastre pode ser entendido de outra forma, mais próxima das necessidades ambientalistas, em que todas as transformações devem ser cuidadosamente planejadas, pois afetam uma vasta área com impactos proporcionais ao descaso.
A cidade do Rio Grande como a grande maioria das cidades brasileiras careceu e carece de planejamento que deveria ser acompanhado de projetos ambientais. Assim, a ocupação da cidade desde os seus primórdios, quer pelo seu isolamento inicial, quer por interesse econômico, ficaram sempre atrelados à decisões dos concentradores de renda e consequentemente de poder, que sempre estiveram descompromissados com as formas de ocupação do meio e como conseqüência, dos impactos dos investimentos, criando sérios problemas ambientais e sociais, como agressões à fauna e a flora, a favelização e, resultado disso, sem saneamento básico, com toneladas de esgoto doméstico e efluentes industriais jogados irresponsavelmente na lagoa.
As grandes dunas que circundavam a praia do Cassino foram comercializadas. Entre as décadas de 1940 e 1970 caiu a cerca de arame que separava o Campo da Hidráulica na Domingos de Almeida para dar lugar a construção de casas. A rua Comendador Henrique Pancada que até a década de 1960 era um belíssimo cartão postal foi submetida a um processo de favelização. E antes e depois destes, outros tantos problemas acarretados pela ocupação desordenada do homem desfiguraram o quadro natural inicial.
O processo continua, e se os prédios históricos caíram e certamente continuarão a cair, apagando os vestígios humanos mais recentes, é de extrema importância que para a preservação dos vestígios naturais, projetos ambientais sejam exigidos e rigorosamente estudados para que o pedaço de paraíso seja preservado ao máximo.
BIBLIOGRAFIA
DIAS, Leda Maria Castro. A memória como suporte de uma reflexão sobre petrimônio cultural. Scientia Histórica. Vol. 2. Rio Grande, 2004.
MAGALHÃES, Renato Martins. O cinema em 16 mm na periferia da cidade do Rio Grande na década de 1960: um estudo de caso. Scientia Histórica. Vol. 2, Rio Grande, 2004.
MAGALHÃES, Renato Martins. O cinema em 16 mm na periferia da cidade do Rio Grande na década de 1960. Monografia, FURG, 2001.
MARTINS, Solismar Fraga. A visão dos moradores sobre o planejamento urbano: um estudo sobre o Bairro Santa Tereza. Rio Grande: FURG, 1997