A relação do homem com a natureza se divide entre o amor e o ódio, pois manifesta-se no interior de todo ser humano uma força maniqueísta. Trava-se dentro dele um conflito milenar entre o racional e o natural. Emergem das batalhas travadas em suas entranhas resultados surpreendentes, ora de amor, construtivo que o puxa ao sentimento ligado ao útero, planeta, ora o ódio racional explorador e egoísta.
Lembrar a relação homem natureza passa da simplicidade dos povos primitivos que viam nela a fonte da vida e da existência humana na terra à sociedades mais complexas. Há 500 anos o sílex abria o peito no sacrifício para garantir o nascer do sol no dia seguinte no solo mexicano logo dominado pelo conquistador branco. Era o homem ainda a curvar-se diante da grandiosidade de seus deuses que eram somente manifestações naturais da sociedade teocrática em que viviam.
Este racional que tentava entender e explicar o funcionamento de tudo criando mitos e deuses, foi gradativamente cedendo espaço às idéias científicas do conquistador.
Enquanto isso, no outro lado do mundo o europeu já lutava contra os grilhões da Igreja e desvencilhava-se do Deus cristão que do amanhã tudo proverá, e partia inexorável para uma fase de rumo à ciência, do desvendar de outros mistérios baseados em métodos e técnicas, desvelando segredos relegados secularmente a um plano inferior pelos homens tementes a Deus.
Em pouco tempo desaparecem, pelo menos superficialmente, os mistérios, os tabus e corpos ardem nas fogueiras constituindo-se nos primeiros quilos de carvão com vestígio e cheiro de homem lançados ao espaço. E a escalada prossegue. Em sua ânsia de saber o homem cria o seu primeiro clone ainda no início da Idade Moderna. Do Sapiens Sapiens Ser surge um outro com uma anomalia genética, o Sapiens Sapiens Ter. Com ele a dicotomia do ódio.
Em sua trajetória pelo espaço sideral o planeta que vivemos percorre um caminho sem volta e nós como ele também. O novo Sapiens Sapiens Ter que exterminou quase completamente no mundo ocidental o outro, o Ser, astuto, nasce com sentimentos comuns inerentes aos outros humanos como o egoísmo, a inveja e o comum a tudo e a todos os seres que é o oportunismo. O que se vê então são transformações que acumulam privilégios aguçando os sentimentos mais selvagens da espécie que estimulam lutas incessantes, e aos menos avisados incompreensíveis, entendidas como forças de amor e de ódio pela natureza.
Lembrar a relação homem natureza passa da simplicidade dos povos primitivos que viam nela a fonte da vida e da existência humana na terra à sociedades mais complexas. Há 500 anos o sílex abria o peito no sacrifício para garantir o nascer do sol no dia seguinte no solo mexicano logo dominado pelo conquistador branco. Era o homem ainda a curvar-se diante da grandiosidade de seus deuses que eram somente manifestações naturais da sociedade teocrática em que viviam.
Este racional que tentava entender e explicar o funcionamento de tudo criando mitos e deuses, foi gradativamente cedendo espaço às idéias científicas do conquistador.
Enquanto isso, no outro lado do mundo o europeu já lutava contra os grilhões da Igreja e desvencilhava-se do Deus cristão que do amanhã tudo proverá, e partia inexorável para uma fase de rumo à ciência, do desvendar de outros mistérios baseados em métodos e técnicas, desvelando segredos relegados secularmente a um plano inferior pelos homens tementes a Deus.
Em pouco tempo desaparecem, pelo menos superficialmente, os mistérios, os tabus e corpos ardem nas fogueiras constituindo-se nos primeiros quilos de carvão com vestígio e cheiro de homem lançados ao espaço. E a escalada prossegue. Em sua ânsia de saber o homem cria o seu primeiro clone ainda no início da Idade Moderna. Do Sapiens Sapiens Ser surge um outro com uma anomalia genética, o Sapiens Sapiens Ter. Com ele a dicotomia do ódio.
Em sua trajetória pelo espaço sideral o planeta que vivemos percorre um caminho sem volta e nós como ele também. O novo Sapiens Sapiens Ter que exterminou quase completamente no mundo ocidental o outro, o Ser, astuto, nasce com sentimentos comuns inerentes aos outros humanos como o egoísmo, a inveja e o comum a tudo e a todos os seres que é o oportunismo. O que se vê então são transformações que acumulam privilégios aguçando os sentimentos mais selvagens da espécie que estimulam lutas incessantes, e aos menos avisados incompreensíveis, entendidas como forças de amor e de ódio pela natureza.
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