Alguns acontecimentos nos levam a atitudes que jamais imaginamos.
Os últimos acontecimentos nos fazem refletir sobre o que está acontecendo dentro do Grêmio Futebol Porto-alegrense. Sua situação é lamentável. E o pior é que é morte encomendada. Aliás, pressentimos desde a eleição da atual direção que um ar funesto pairava sobre o Olímpico.
O trágico sobre o time com maior torcida do Rio Grande do Sul, que está à frente na grande pesquisa pela preferência do torcedor do Brasil sobre grandes clubes, perdendo apenas para times do eixo Rio -São Paulo, começou com a indicação do Vice Presidente para organizar o futebol tricolor. Ali, depois da eleição do novo nome para a presidência, delineava-se a grande tragédia gremista.
Neste momento difícil, longe de Porto Alegre, não nos resta senão esperar que as correntes positivas que trabalham e sempre trabalharam em favor do nosso clube imaginem uma solução mágica para tirá-lo deste marasmo imposto pela direção sem competência, que, inexplicavelmente, insiste em alegar que é gremista, como se ser gremista simplesmente bastasse para administrar um clube de tal magnitude.
A quem interessar possa: para ser presidente do Grêmio não basta ser gremista. Primeiro porque só gremista se candidata a tal cargo, ou somos bobos o suficiente para imaginar que o mais fanático dos colorados poderia ser um competente e apaixonado presidente do Grêmio, segundo porque o presidente eleito assume compromisso para conduzir o Grêmio ao sucesso e não para afundar-se em um mar de derrotas e desculpas, levando consigo o clube mais querido do Rio Grande.
Erros inaceitáveis com a contratação de Paulo Autuori, da forma como foi feita e no momento que foi feita; a contratação de Silas, que saiu após oito meses de trabalho, em pleno mês de agosto, e incrivelmente nada deixou de positivo, somente a certeza da incompetência do Vice e do Presidente, que como cidadãos e gremistas, são dignos de todo o respeito, mas que infelizmente, como administradores, constituem-se em pessoas que todo o gremista gostará de esquecer, e colocar aquelas linhas que registram nos anais da história desta administração serem folhadas às pressas, para evitar a tristeza durante a leitura da lembrança de momentos tão tristes impostos por esta malfadada e infeliz direção.